Entrevista de KangIn e Henry para a “ARENA HOMME+ Magazine”

Postado por Mari no dia 22/08/13 em Entrevistas

Já faz 8 anos desde que o grupo Super Junior estreou. Cada um dos treze membros trabalhou em seus programas de música, em programas de variedades e em muitas outras áreas.

Entre eles, KangIn era um rosto familiar. Seu senso rápido e capacidade de falar bem foram mostrados nesses programas de variedade. Assim como suas participações nos programas de variedades aumentaram, mais fofocas sobre ele foram espalhadas. Depois de muito tempo, KangIn calmamente voltou para sua posição. Após o serviço militar, ele finalmente retornou ao Super Junior como o primeiro soldado reserva.

Juntando-se em uma unidade direcionada para a China, o Super Junior-M, Henry fez seu nome ser reconhecido na Coréia em junho com seu primeiro mini álbum “Trap”, e como primeiro artista solo masculino que a SM apresentou em 13 anos. Com um pai de Hong Kong e uma mãe taiwanesa, ele foi criado no Canadá e agora é um ídolo global impulsionado da China. Ele estudou musica clássica desde pequeno e seu talento para a música pop foi descoberto desde cedo. Seu álbum é cheio de músicas compostas por ele mesmo graças a isso. Sua maneira honesta e um pouco estranha de falar nos programas de variedade tornaram-se um tema quente, além de ser um ídolo com muitos fãs coreanos e estrangeiros. Mesmo assim, no local da sessão de fotos, ele parecia um garotinho.

A relação de KangIn e Henry é de sunbae e hoobae no mundo da música, companheiros de agência e de compartilhamento do nome “Super Junior“. Estávamos curiosos para capturá-los com nossas câmeras. Os dois são diferentes. KangIn parecia como um “ttokbbokki”, já Henry era semelhante a um “pão”. Mas ambos se parecem bastante. Uma estrela que perdeu seu brilho e está no caminho para brilhar novamente e outra estrela que está ganhando ainda mais luz. Dois jovens que carregam o fardo de ter suas vidas expostas publicamente. KangIn e Henry parecem diferentes, mas seguem pelo mesmo caminho.

Entrevista – KangIn:

Você está se preparando para aparecer novamente na TV nacional. No final de agosto? Você deve ter pensado bastante sobre essa decisão.
– Eu não estava hesitando por medo mas sim porque meu coração estava fechado. Eu não estava pronto. A pessoa que deveria dar risada para o público não estava pronta para sorrir. Primeiro eu tinha que estar reajustado para a sociedade. 4 anos foi um longo tempo.

Sim. O mundo muda a um ritmo bem mais rápido.
– Fico muito triste quando encontro com meus hoobaes, mas eu realmente não posso dizer quem é quem. Então eu tento antes me encontrar com cada um deles.

Quando o Super Junior estreou os seus sunbaes devem ter se sentido assim também.
– Quando nos entrevistavam para os jornais, nós andávamos com nossos nomes em plaquinhas (risos).

Isso foi há 8 anos. Este ano você completou 30. Para um homem, 30 anos é uma idade importante.
– Sim. É especial. Na verdade, eu queria que fosse rápido e completasse logo 30. Pensei que me tornaria um adulto quando fizesse 30 anos. Decidindo sobre o que eu queria fazer, falar, agir e pensar como um adulto. Mas eu completei 30 e ainda me sinto como um garoto de 20 anos. Ter 30 anos é difícil. Eu sou mais cuidadoso e uso as palavras com mais cuidado agora. Eu acho que minhas palavras podem se tornar cicatrizes para uns e também incentivos para outros. Eu me tornei um pouco mais maduro.

Você sente como se não tivesse conseguido nada sozinho até agora?
– Eu experimentei muitas coisas preciosas até agora. Coisas que eu não seria capaz de trocar por dinheiro ou qualquer que fosse. Pessoas dizem “Aigo, Kangin fez algo terrível quando tinha 26 anos e foi para o exército aos 27. Quando ele era mais popular … ” mas eu não fico triste com isso tudo. Eu aprendi muitas coisas.

Você diz isso porque já passou. Quando estava no meio disso você não pensava assim?
– Estaria mentindo se disser que não mas eu sou diferente daqueles que experimentaram dificuldades antes de debutar. Eu experimentei isso tudo enquanto recebia muito amor. Então pensei que nunca seria capaz de estar nos palcos novamente. Era tudo o que eu pensava enquanto estava no exército. “O que vou ser quando voltar?” Não importa quantas chances viessem e mesmo que as pessoas não lembrassem mais do ocorrido, achei que eu não seria capaz de esquecer. Eu não seria capaz de me perdoar.

Você se martirizou bastante.
– Era como se o fogo dentro de mim estivesse morto. Despejando um balde de água sobre o fogo que ardia dentro de mim. Pessoas que lembravam de mim em programas de variedade me davam força. Diziam “Aigo, eu também assisti “We Got Married”. O Super Junior é cheio de energia com Kangin“. Ah, tudo bem. Eu era alguém que estava recebendo muito amor. Por que eu dei a eles decepção em vez de apreço? Eu me culpava e me lamentava muito.

Por que você não pensou nisso enquanto estava ocupado?
– No passado, tudo era apenas trabalhar pra mim. Trabalho divertido, que eu pudesse desfrutar, feito por força do hábito. Algo óbvio …. Achei que aparecer na TV era uma coisa óbvia e os fãs que vinham me ver era algo óbvio também.

O público pode ser um amigo e se transformar em inimigo em um segundo. Eles são especialmente severos com os ídolos. Eles querem tanto quanto dão. Eles esperam que você viva do jeito que eles querem.
– Sobre isso eu estou tranquilo no momento. Ir para o exército foi a maior influência nisso. 2 anos lá é como a única experiência social normal que eu tive depois da estreia. Cada celebridade precisa de um momento assim. Responsabilidades que surgem quando se é uma celebridade devem ser realizadas e suportadas, porque esse é o caminho que eu escolhi. É algo muito grande ser amado por tantas pessoas. Pode ser demais para suportar quando se é jovem mas eu tenho 30 anos agora e estou bem.

Como se sentiu quando foi liberado do exército?
– Eu não chorei fora, na frente das câmeras, mas quando estava me despedindo dos jovens oficiais as lágrimas vieram. A diferença de idade entre nós era grande e eles pareciam desconfortáveis no início comigo, mas no dia da minha saída eles me chamavam “hyung ~” enquanto choravam.

Sua volta aos palcos, depois do exército, pareceu um pouco “sem vida” para os fãs. Você devia estar um pouco desanimado.
– Eu estava. Parecia um lugar estranho pra mim. Os dois primeiros meses, eu não era capaz de dormir durante as noites que teriam shows.

Você deve ter se preocupado muito. Parece estar mais aliviado agora, e mais brilhante!
– Eu comecei melhor. Se “Star Show Splash” fosse 100% um programa de variedade, não teria sido fácil pra mim estar nele. Mas a mensagem deste programa é sobre “desafio”. Então tem um grande significado para mim.

Os ambientes em programas de radiodifusão mudaram. Você tem muito mais hoobaes, e quando o programa começa, você vai ouvir muitas outras coisas. Você já recebeu uma cicatriz antes, você pode estar bem agora e se sentir fragilizado depois.
– Não há nada que eu possa fazer. Sei que não posso saltar por cima de tudo com apenas um passo. Não posso agir como um ganancioso, nem me apressar nisso.

É estranho estar no seu primeiro programa de variedades depois de um longo tempo?
– Não é exatamente estranho, mas eu não fui capaz de me doar totalmente como fazia no passado.

Você estava confortável no passado?
– Eu era o número 1. Brincava durante as gravações dos programas. Sunbaenims diziam que eu era “muito bonito” depois das gravações, então eu brincava ainda mais e eles aceitavam.

Você recebeu muitos comentários negativos online.
– Era óbvio que eu iria receber esse tipo de comentário porque o que eu fiz foi errado. Eles não estão errados. Mas quando percebi que algumas pessoas estavam misturando as coisas… Eu só queria visitá-las uma por uma, tomar um copo de soju juntos e conversar para acertar todos os mal-entendidos. (risos)

Você estava na turnê mundial, o “Super Show 5”, com os membros do Super Junior. Você participou até o “Super Show 2” e voltou para o 5. É bom poder estar no palco e estar com os fãs?
– Estou tão agradecido aos fãs que não consigo nem expressar em palavras. Os fãs se preocupavam muito comigo enquanto eu estava no exército. Eles diziam que eu devia pensar positivo, e esses jovens amigos balançavam meu coração. Eu realmente me senti como um louco.

E com a ajuda deles, você foi capaz de abrir o seu coração e perdoar a si mesmo.
– Quando temos shows, milhares e milhares de fãs vêm assistir. No passado, eu achava que era uma coisa óbvia. Eu só percebi no exército como eles trabalham duro para guardar dinheiro e gastar tempo para vir aos shows.

Pessoas normais experimentam altos e baixos em seus 20 anos também. Você passou seus 20 anos no Super Junior. O Super Junior deve ser um outro “mundo” para você. Como parece, esse “mundo” torna-se mais forte à medida que o tempo passa?
– Tenho experimentado muitas coisas com os membros e aprendo muitas coisas. As pessoas esperam que eu seja “estragado” por essas coisas, mas eu não sou. Amadureci mais por dentro e tenho pensamentos mais profundos agora. Fora isso, o que ainda me deixa curioso é que ainda somos os mesmos.

Pelo tanto que o Super Junior foi amado, você teve que pagar muito?
– Estávamos indo muito bem com “Sorry Sorry”. Depois do que eu fiz os membros devem ter perdido a energia. Quando eu estava no exército e via as apresentações de “Bonamana” podia facilmente ver que eles se prepararam muito. Eu não pensava “Eu deveria estar lá“, eu estava muito feliz e agradecido.

Você está agora em um novo começo. Que tipo de homem você quer se tornar?
– Um homem deve saber focar em uma coisa só, seja amor ou um sonho. Você deve ter um coração definido, como um centro. Quero me tornar um bom homem. Uma pessoa que é agradável e acolhedor para todos e qualquer um. Haviam pessoas que apontaram o dedo para mim, mas agora o que eu quero ouvir é “ele é um bom homem.” Esse é o objetivo da minha vida. Um dia, quando eu casar e ter filhos, morrer, ou estar em discussão, quero ouvir coisas como “seu pai é um bom homem, seu marido é um bom homem, seu filho é um bom filho.” Espero que se torne realidade.

Entrevista – Henry:

Vimos sua performance solo em um “Super Show” antes. Você tocou piano e guitarra sozinho. Isso nos fez dizer ‘Wa ~’
– Isso foi quando eu era muito bebê. (Risos) Eu era muito fraquinho. Ainda não conseguia tocar muito bem mas eu já fui pior.

Você fala seis idiomas, toca muitos instrumentos … As pessoas chamam você de “gênio” ou “talento”, sabia?
– Ai~ Eu não sou um gênio.

Você disse que começou a aprender música clássica quando ainda era pequeno?
– Aprendi a tocar violino e piano desde os 6 anos.

O que mais você fazia?
– Eu não queria fazer as duas coisas. Minha mãe me obrigava. Quando estava com 10,11 anos, ganhei o 1º lugar em um concurso. Depois disso, eu gostei da música. Antes eu realmente odiava. Eu não tinha pensamentos como “Eu vou continuar tocando música clássica!”. Eu não pensava “eu quero me tornar alguém com a música”. Eu acordava de manhã e praticava. E assim, a música passou a fazer parte da minha vida e a ser um hábito.

Como você foi para a audição da SM em 2006?
– Eu não conhecia a SM naquela época. Eu não conhecia o Super Junior também. Fui criado no Canadá e não tive oportunidade de ouvir sobre a música coreana. Antes do teste, eu fui a lugares como festivais para cantar e dançar. Um amigo me recomendou a audição coreana global da SM. E agora estou aqui.

Você conseguiu mas teve inúmeros concorrentes. O que você fez na audição?
– Eu dancei, toquei violino, e cantei uma música coreana chamada “I miss you”. Eu nem sabia o idioma. Os staffs acharam que eu era coreano e faziam perguntas em coreano. (Risos)

Como foi sua infância no Canadá?
– Nosso bairro era diversificado com negros, brancos e asiáticos. Havia muitos coreanos e chineses. Os idiomas eu aprendi com amigos chineses, indianos e tailandeses da escola e que ainda me ajudam durante as promoções de música.

Sua personalidade deve ser muito aberta também.
– Eu sou muito aberto. Esse é o problema (risos).

Deve ter sido difícil quando você começou a promover na Coréia.
– Você não pode sizer que os coreanos são muito abertos*. Eu não era capaz de falar bem o coreano, e eu não sabia muito sobre a cultura, por isso foi muuuuuito difícil.
*[T / N: Coreanos costumavam ter a mente muito fechada em relação aos estrangeiros, mas isso foi mudando ao longo dos anos. Mesmo assim, muitas gerações mais velhas ainda têm a mente fechada]

Coreanos continuam falando “o nosso povo, a nossa nação” (동포)…
– O que é “동포?”

Pessoas da mesma nação.
– Ah ~! Mas o meu problema é que eu parecia ser coreano, mas não era.

Esse era o problema?
– As pessoas presumiam que eu era um coreano pela minha aparência, e esperavam que eu tivesse as boas maneiras coreanas. Eu não sabia que precisava ser cuidadoso, mesmo sobre diferenças de um ano de idade. Então primeiro as pessoas achavam que eu era rude.

Você foi criado por pais asiáticos, no Canadá, com diversos amigos. Você esteve em muitos países, com a Coreia como o centro. Onde você sente que é o seu “lar”?
– Lar. O padrão para “lar” realmente tem um sentido estranho. No passado, o Canadá era minha casa, mas depois de viver na Coréia do Sul por 6 anos, eu sinto como se a Coréia seja mais como meu “lar”. Passei bastante tempo na China pelas atividades do Super Junior-M, então a China é como meu “lar”. Eu também morei em Taiwan e Hong Kong, o lugar de origem dos meus pais, por isso esses lugares são também como um “lar”. Existem também fãs que sempre me acolhem, não importa onde eu vá, quero dizer, todos esses lugares são como um “lar”.

Você viaja por muitos lugares por bastante tempo. As vezes você se sente solitário?
– Eu me senti assim uma vez. Agora, eu sei que “lar” é decidido com quem você está, e não onde você está. Nossos membros, staffs e amigos que escrevem músicas comigo.

O nome do seu grupo de amigos é “Noize Bank”?
– Ah! Sim! Eu vou me divertir com meus amigos muitas vezes. Jogamos, vamos juntos em supermercados, pessoas que estão com você são importantes. Se eu for pra minha casa no Canadá e ninguém estiver lá, então isso não será um “lar” para mim.

Quando você está em atividades com os membros na China, eles devem ser como uma família para você, não é?
– Claro, com certeza.

Falamos sobre diferenças culturais mais cedo. Você teve alguma com os membros do Super Junior?
– Todo o conhecimento que tenho sobre a cultura e o idioma coreano veio dos hyungs. Por isso, às vezes, eu digo coisas estranhas.

Como o que você disse no show? Você disse acidentalmente “Ajumma, por favor, tire sua roupa” em vez de “Ajumma me dê cogumelos”?
– Têm coisas que eu disse que são bem mais estranhas, coisas que eu não posso dizer nos shows (risos).

Não são próprias para os shows? Você ainda está aprendendo muito com hyungs?
– Eu agora estou ensinando aos hyungs. Haha.

Você deve estar feliz recebendo muito amor.
– Estou recebendo muito amor agora? Eu não tenho certeza.

Quais são os encantos (매력) do Henry?
– 매력? Como assim 매력?

Deve haver uma razão pela qual a SM trouxe você como o primeiro artista solo masculino em 13 anos!
– Meus encantos são minhas músicas. Fazer a música que eu quero fazer. E também porque eu sou como uma pessoa comum? Alguém que você pode encontrar confortavelmente na rua durante uma caminhada.

Onde poderíamos encontrar alguém como o Henry nas ruas?
– Eu não tenho nada de especial. Eu não acho que tenha algum talento como artista desde que eu nasci. É tudo através do trabalho duro. Habilidades de violino e piano também não vieram como talento. Eu praticava 5 a 6 horas por dia desde que eu era pequeno.

Você teve longos anos de trainee?
– Eu debutei algum tempo depois de passar na audição. Eu aprendi muito mais enquanto fazia as atividades. Durante os 3 primeiros anos, eu não estava feliz. “Eu não posso fazer bem, eu preciso fazer melhor”, eu pensava assim. Então eu pedi isso para a empresa por algum tempo, estudei música nos EUA e voltei.

Você teve atividades com os hyungs na China e agora você está sozinho na Coréia.
– Estou me saindo bem? Você acha que estou indo bem?

Você não tem confiança em si mesmo? (risos)
– Não, eu preciso continuar a fazer o melhor.

Você parece ser do tipo que não está satisfeito consigo mesmo.
– Eu tenho que olhar e pensar muito mais para frente. Este é apenas o começo. Eu posso fazer muito mais músicas do que eu quero fazer.

Você estreou em 2008, e se apresentou principalmente no exterior. Você deve ter recebido muitas “cicatrizes” e aprendido muito. Que tipo de músico você quer se tornar?
– Vou continuar a fazer música e continuar a estar em grandes palcos. Meu maior objetivo em fazer música é isso. Eu ficaria muito feliz se alguém ouve a minha música enquanto dirige. Seria bom se um homem e uma mulher fazem as pazes depois de uma briga apenas ouvindo a minha música. Eu quero fazer muitas músicas para que as pessoas possam se sentir confortáveis enquanto escutam.

Quando você está muito cansado ou quer desistir, às vezes você pensa em acabar com tudo e voltar para o Canadá?
– Sempre que me sinto assim, eu assisto a um filme. Um filme parecido como aquele do Will Smith, “À Procura da Felicidade”. Muitas pessoas em grandes dificuldades são mostradas em filmes como esse. Eu nunca estive em uma dificuldade que fosse tão ruim quanto a dessas pessoas. Quando eu assisto a esses filmes, sinto que o sofrimento pelo qual estou passando não é nada.

Muitas pessoas estão tendo objetivos depois de ver o Henry.
– Eu sei. Então eu tenho que me tornar uma pessoa ainda melhor no futuro. Uma pessoa boa que transmita boas influências.

ARENA HOMME+ | SJ-EMPIRE | SUP3RJUNIOR
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  • AG Oliveira

    Você disse acidentalmente “Ajumma, por favor, tire sua roupa” em vez de “Ajumma me dê cogumelos”? akakka tadinho do Mochi!!!

  • Fique emocionada com a entrevista do Kangin, realmente era possível perceber a diferença do Kangin antes do exército e o Kangin depois do exército.Apesar do seu amadurecimento espero que o Kangin recupere totalmente a sua alegria pois todos temos uma fase ruim ou alguma dificuldade que temos que superar.
    O Henry fofo,modesto e engraçado ao mesmo tempo.Adorei a entrevista.